sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Novo endereço!

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Velório.

Essa semana faleceu o pai de uma amiga nossa lá de casa, e como todo mundo tava trabalhando, adivinha quem teve que ir no velório... eu! Fui 'representar a família'.
Cheguei e já encontrei nossos amigos, falei oi, abracei a filha do falecido e ela já me arrastou pra perto do defunto. Quem disse que eu gosto de ver morto? Eu fui pra ver ela, o marido e os filhos dela, não o pai no caixão!
Estava um calor absurdo, e aquele cheiro de vela e flor tava me deixando meio tonta. Saí pra tomar uma água e fumar um cigarro e um pouco depois voltei. Como não tinha nada pra fazer, fiquei no twitter (viva a internet no celular!), fato que gerou polêmica entre meus seguidores: "Sua viciada, fica atualizando do velório". Seria estranho se eu estivesse atualizando do meu velório, não do velório dos outros!
Entre uma 'tuitada' e outra, fiquei reparando nas pessoas e, pode reparar, todo velório é igual. Na mesma hora que a família tá chorando, tá contando piada e rindo; as crianças ficam correndo, brincando e os pais atrás mandando sossegar; velhas que só se encontram em festa e velório falando que os sobrinhos cresceram, falando mal dos outros ou da novela das 8.
Graças a Deus eu nunca passei pela situação de uma pessoa tão próxima falecer, mas o que mais se deve ouvir na condição de "parente muito próximo" é: "ah, ele (a) descansou!", "ele (a) ela tão bom / boa" e coisas do tipo. Na dúvida do que falar, eu não falo nada!
Ainda bem que esse tipo de coisa não acontece sempre e quando acontece a gente já sabe como vai ser.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Sempre igual, sempre diferente.

Surpresa, felicidade, animação esperança, coração acelerado... Tudo muito rápido! Na mesma velocidade que chega, vai embora. O motivo não se sabe. Bem que dizem "o que vem fácil, vai fácil". Fácil pra quem?
Não sei se chamo de bipolaridade ou frieza, mas sei que posso chamar de indolor.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Pés no chão.

Uma conversa boba durante um cigarro e só. Ninguém imaginava.
Minutos depois, a música estava alta, ele aparece outra vez e a conversa fica mais interessante. Risadas, palavras, abraços, beijos, carinho e a noite começou a ir embora. O sol nasceu e o sorriso não queria sair do rosto.
Um dia de espera, 2 minutos de felicidade!
Mais espera e finalmente a janelinha sobre e a luz laranja começa a piscar! Um convite, uma confirmação, um telefonema e mais sorriros, risadas e uma vontade enorme de tudo dar certo.
É difícil manter os pés no chão.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Buzina e farol alto

Trânsito é uma coisa que realmente me tira do sério, falta de educação também, se juntar os dois então.. nem se fala!
Todo dia quando saio de casa pra ir pra faculdade tenho que cruzar uma rua que não tem farol, e todo dia passo muito mais tempo do que gostaria esperando a boa vontade de alguém deixar eu passar. Se eu passo de "livre e espontânea pressão" sempre tem alguém que mete a mão a buzina! A pessoa não tira o pé do acelerador por nada, freio é pros fracos, os bons buzinam, né?
Eu tento ser calma, deixo pedestre atravessar, deixo a pessoa trocar de faixa e entrar na minha frente, mas acho que sou uma das únicas! Também sou uma das únicas pessoas que sabe que a preferência é de quem já está na rotatória.
Alguns meses atrás eu estava voltando da balada com uma amiga, eu não tinha bebido, estava passando na frente do estádio do Morumbi, o farol estava aberto pra mim, eu passei e adivinha... um sujeito passou no farol vermelho e bateu! Algumas semanas atrás aconteceu exatamente a mesma coisa, mas eu tava voltando da faculdade. Qual o problema com o farol? Vermelho é vermelho! Não pode passar!
Outra coisa que me irrita, além de pessoas que passam no farol vermelho e batem no meu carro, é a falta do uso da seta! Qual o problema? É tão simples! Ela já está ali na direção, não custa nada avisar pra qual lado vai virar. Tem pessoas que até usam, mas não respeitam outras pessoas que usam. Já cansei de levar farol alto ou buzina por dar seta e freiar pra entrar na garagem de casa.
Algumas pessoas precisam voltar pras aulas, ou proibidas de encostar num volante!